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| O
que vem por aí - HQs & Outros Bichos |
A volta de Elektra
Assassina da Marvel ganha série mensal em julho nos Estados
Unidos
Ela
é linda, bela e, com certeza, a verdadeira mulher fatal.
A assassina Elektra Natchios, a morena que conquistou o coração
do herói Demolidor - e também o do mundo na série
Elektra Assassina (de Frank Miller) - vai ganhar revista
mensal nos Estados Unidos. A editora Marvel, "dona" da
personagem, acaba de anunciar que o título de Elektra será
lançado em julho deste ano, com histórias inéditas
da linda ninja.
Elektra veio ao mundo na revista número 168 do Demolidor.
Filha de um suspeito negociante grego expulso daquele país,
ela era colega de faculdade e namorada do alter ego do herói,
Matt Murdock. Após ver seu pai ser cruelmente assassinada,
a moça (vale lembrar que "complexo de Elektra"
é o "complexo de Édipo" invertido...) foge
para o Japão, onde aprimora suas técnicas em artes
marciais e acaba entrando para uma organização secreta
captaneada por Stick, ex-mentor do Demolidor.
Stick ensina Elektra, mas acaba a expulsando por causa do ódio
destrutivo que ela sente e que, na opinião dele, pode transformá-la
em um monstro. A partir daí, Elektra passa a trabalhar para
uma parte corrupta da própria organização e
se transforma em uma assassina de aluguel e caçadora de recompensas
profissional.
Após
algumas divergências com seus chefes, Elektra vai para Nova
York, onde reencontra o Demolidor e, eventualmente, é contratada
pelo Rei do Crime para matar Foggy Nelson, sócio de Matt
Murdock e também ex-colega de faculdade da moça. Ao
reconhecer o amigo, porém, Elektra desiste do assassinato.
Logo depois a moça acaba sendo morta por um dos inimigos
do Demolidor, o Mercenário (que por sinal também matou
outra namorada mais recente de Murdock, a radialista Karen Page).
O vilão matou a Ninja usando as armas dela, os tridentes
'sai', e ela acaba morrendo nos braços do Demolidor.
No entanto, graças a uma cerimônia mística de
sua ex-organização, Elektra voltou à vida e
à carreira de caçadora de recompensas, no entanto
a moça agora questiona seus instintos assassinos. É
esta última fase da personagem, que por sinal nada mais é
que uma tentativa de transformar uma vilã famosa em heroína
(coisa que a DC já vem fazendo há tempos com a Mulher-Gato),
que os leitores irão acompanhar na nova série. Resta
saber se a editora conseguirá fazer com que Elektra tenha
sucesso sem suas principais características e sem Frank Miller,
que revolucionou a personagem na década de 80. Mas as respostas
a estas dúvidas só poderão ser conferidas em
julho nos Estados Unidos e, por aqui, Deus sabe quando...
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