|

|
| Manganimenews
- Slam Dunk - Maio de 2007 |
Bela
enterrada !

Você
provavelmente já viu um monte de histórias que se
passam em escolas e que misturam romance, ação e comédia.
De The OC a High School Musical, passando por
Rebelde e Malhação, os colégios
são cenário para séries que agradam a todos
os gostos. Mas, com certeza, você nunca viu nada igual ao
mangá Slam Dunk, uma série que tem como tema
principal o jogo de basquete, mas que vai além das quadras
e mostra um monte de aventuras divertidas (e até uma certa
dose de tristeza) de alunos de um colégio japonês.
O personagem principal de Slam Dunk é Hanamichi
Sakuragi, um cara de cabelos vermelhos que é o maior revoltado.
Tira notas baixas, vive em encrencas, briga com todo mundo. Até
que um dia se apaixona por uma patricinha da escola, uma menina
linda chamada Haruko.
Como
ela gosta de basquete, ele resolve entrar no time do colégio.
Só que, basicamente, tudo que ele sabe de basquete é
que a bola é laranja.
Além
de acompanhar a vida de Sakuragi, que rala bastante pra se tornar
um bom jogador (e que a cada cesta já fica se achando, a
ponto de se apelidar de “gênio do basquete), o gibi
mostra as histórias de vida de mais um monte de gente do
time e da escola.
As
seqüências de jogo são muito legais – dá
até pra torcer, como em um jogo da NBA - e o autor Takehiko
Inou (o mesmo que faz Vagabond, a adaptação
da história do samurai Musashi para as HQs) explica como
o jogo de verdade funciona para quem, como Sakuragi, não
saca nada de basquete.
O
gibi é publicado pela Conrad, tem capa colorida e miolo em
preto e branco. Cada exemplar tem umas 190 páginas, que passam
rapidinho, e custa R$ 9,90. Pra quem não quer entrar na quadra
no meio do jogo, dá pra pedir os números atrasados
no site da editora: www.conradeditora.com.br.
Ah,
sim: Slam Dunk, em inglês, é uma gíria
para “enterrada’, uma das jogadas mais legais do basquete
e que, se dependesse de Sakuragi, seia a única. Mas o personagem
tem que aprender muito mais, inclusive os arremessos embaixo da
cesta que ele chama desdenhosamente de “ arremesso de pobre”.
Pode parecer estranho acompanhar jogos de basquete em uma HQ, mas
Inoue provou que isso não só é possível
– aliás, já vendeu mais de – como perfeitamente
viável. Por incrível que pareça, as seqüências
de várias páginas com apenas minutos de jogo, deixam
quem lê a revista em estado de alerta e em plena torcida por
sua equipe favorita (não necessariamente a do time de Sakuragi).
Mais ainda: terminado o gibi, o(a) leitor(a) mal pode esperar pela
próxima partida.

Mais
notícias sobre mangás
A
história do Mangá
|