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Se
você acha que magia é coisa para bruxo inglês,
No incrível mundo dos sacis, no qual feiticeiras trabalham como fiscais de escola onde até mesmo a Cuca e o ET (ou seriam ETs?) de Varginha arrumaram emprego, Samanta descobrirá que quase tudo que ela pensa ser lenda realmente existe e ainda terá que enfrentar um vilão misterioso.
“Esta comparação me agrada muito, pois sou eu mesmo um leitor e admirador destes três autores. Na verdade, a idéia de Escola de Sacis surgiu realmente quando eu estava pensando no sucesso de séries como Harry Potter junto às crianças brasileiras e no fato de que, por causa dele, elas atualmente conhecem mais o folclore e a mitologia européia, com seus magos e dragões, do que sacis, bois-tatá e mulas-sem-cabeça”, conta Djota Carvalho, autor do livro de fantasia.
Para compor as notas, DJota não só criou livros de autores fictícios (ou nem tanto...) - como o gênio do marketing e curupira Duda Mão-de-Onça - , como também se apoderou de fatos reais que dão graça e verossimilhança à história. Desta forma, entre outras coisas, o leitor fica sabendo que os sacis têm a ver com a existência de água em Marte, o famoso acidente de Rosswell e até mesmo o gol tomado por Barbosa, o goleiro da seleção brasileira de 1950. E a protagonista Samanta, uma saci em formação, descobre a certa altura que pode ter sido responsável pelos ciclones que atingiram Criciúma (SC) e Indaiatuba (SP), por exemplo. Ao longo de 26 capítulos, DJota Carvalho cria um mundo de fantasia próprio que o coloca na linha direta dos livros de Monteiro Lobato e companhia, e que promete despertar o interesse não só de crianças e jovens como também de adultos, que se identificarão bastante com o humor do que, ele promete, será uma série de livros. “Não sei dizer quantas aventuras, pois não dá pra programar a inspiração. Mas a segunda, O Curupira, já está praticamente pronta”.
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