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Chatinha
menstruada
por Cristiano
Bróder
Metida
a feminista, moderninha e cheia de piadas (algumas nojentamente
engraçadas) sobre menstruação. Esta é
Betty Grupy, personagem criada pelo cartunista Maxx que acaba de
ganhar uma revistinha pela editora Escala. O paulistano Maxx nasceu
em São Paulo, em 1973, e iniciou a carreira de artista plástico
na década de 80, na 18ª Bienal de São Paulo.
Maxx fez
ilustrações para várias agências de propaganda e em 1992
trabalhou na TV Cultura, na equipe de efeitos especiais do premiado
programa Castelo Rá-Tim-Bum e Glub Glub. Em 1997, voltou a ser ilustrador.
Em 1998, atuou como chargista do jornal Lance!
Em
1999 ganhou o primeiro lugar no 26º Salão Internacional de Humor
de Piracicaba na categoria charge. Desde então, passou a diversificar
suas atividades, produzindo cartuns, charges, quadrinhos e story-boards
para os jornais Folha de S.Paulo, Agora e A Gazeta Esportiva e também
para produtoras cinematográficas, como O2, DM9 e Filmmakers.
Maxx
criou a personagem Betty Gruppy na facukdade (Faap) e ela ra meio
sem rumo. O nome Betty Grupy é porque a menina originalmente
era uma grouppie, ou seja, uma daquelas minas que seguem grupos
de rock e afins.
Depois a dita cuja passou por uma fase CDF, na qual perdeu bastante
audiência (falava sobre semiótica e outros assuntos
que só neguinho bitolado entende) e finalmente ganhou a roupagem
atual, meio feminista e moderninha (a ponto de na primeira história
do gibizinho brigar para não entrar de graça em um
forró, porque homens e mulheres devem ter direitos iguais:
ou todo mundo entra grátis ou todo mundo paga...).
Também nesse primeiro gibi há algumas tirinhas da
versão infantil da Betty (baseada numa ex-namorada do Maxx)
e umas outras engraçadinhas e ao mesmo tempo nojentas, envolvendo
em especial menstruação (a do encontro do espermatozóide
com o ob é muito engraçada).
Vale lembrar que o gibi Betty Gruppy (R$ 1,50) faz parte da coleção
Graphic Talents, da Editora Escala. Trata-se de um projeto em que
cada número (quinzenal) traz uma personagem diferente, por uma equipe
de criação diferente. Se esse personagem “pegar”, ele ganha sua
própria revista regular.
Além de Betty Gruppy também já foi lançado
“Mico Legal”, criado por Sérgio Morettini. Os autores que desejarem
apresentar seus projetos devem enviar e-mail para: talents@operagraphica.com.br
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